Aula 1 – Turma 2017.1

Aqui estarão os termos que poderão ser utilizados na pesquisa de artigos para a atividade da primeira semana de aula:

Adequação ao uso;

Juran AND quality;

Juran AND garantia da qualidade;

Controle de qualidade;

Garantia de qualidade;

Boas práticas de fabricação;

Ferramentas da qualidade;

volume 1

50 respostas para Aula 1 – Turma 2017.1

  1. Artur disse:

    Errata: http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/article/view/8

    Problematização do conceito “Qualidade” da Informação

  2. Artur disse:

    Resumo:
    Muito embora a palavra qualidade apresente uma diversidade de significados, muitas vezes, recorre-se à definição de Juran aonde qualidade nada mais é do que adequação ao uso que nada mais é do que atender às necessidades do consumidor, e a qualidade da informação não foge dessa problemática. Além disso, há a necessidade de se avaliar tanto o valor quanto a qualidade da informação, piorando assim a dificuldade na obtenção de uma definição satisfatória.
    Embora tenha a dificuldade em ver a informação para fora de seu valor subjetivo, onde cada indivíduo valoriza a mesma a partir da sua própria ótica, busca-se verificar o valor da mesma a partir do seu estudo sob 3 óticas diferentes: a ótica filosófica, a ótica intrínseca e a ótica contingencial. A ótica intrínseca reconhece a qualidade da informação como detentora de valores próprios, ou seja, ela, por si mesma apresenta características próprias independente de seu contexto. A ótica filosófica é a adequação ao uso da mesma, ou seja, o valor da informação é o valor que o dono atribui à mesma. A ótica contingencial simplesmente atribui à informação o quanto a mesma se faz útil para o usuário a partir de um contexto.
    Exatamente devido a essa natureza subjetiva da qualidade da informação vários autores acreditam que a mesma é impossível de ser alcançada, apesar disso, no entanto, a parte “prática” da informação (como dados numéricos, por exemplo) apresenta tangibilidade uma vez que a mesma está ligada a uma necessidade.
    Deve-se notar que a informação, para ser levada em conta, deve apresentar diversas características como validade, abrangência, eficácia, estética e atualidade que nos permite avaliar a qualidade da mesma.
    Embora essa dicotomia seja vista como problemática, o equilíbrio entre essas formas de observação da informação pode ser bem útil para o usuário onde ela não se torna um objeto de valor sentimental, nem algo que se limite apenas a sua capacidade de produzir algo útil e de valor concreto.

    • chicoteixeira disse:

      Olá Artur e colegas,

      Muito interessante o seu artigo e a contribuição que trás para o conceito e a definição de “qualidade”. Acho que você pôde entender melhor alguns conceitos da primeira aula, como “adequação ao uso” e a subjetividade associada ao tema. Gostei muito da discussão em torno da tangibilidade que a informação pode aparentar ao apresentar dados numéricos e fatos cotidianos, quando ao mesmo tempo pode se constituir em uma mensagem subjetiva totalmente dependente do receptor.

      Abraços!

  3. Cristiane Catela disse:

    Boa tarde, professor!
    Meu tema seria: ferramentas da qualidade, baseado nessa dissertação: ” GESTÃO E MELHORIA DE PROCESSOS EM UMA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA
    PÚBLICA: estudo de caso do processo de fabricação de comprimidos
    revestidos”
    Segue o link:
    http://www.repositorio.uff.br/jspui/bitstream/1/972/1/DISSERTA%C3%87%C3%83O%20%20AD%C3%89LIA%20VIVIANE%20DE%20LUNA.pdf

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  4. Cristiane Catela disse:

    ‘’GESTÃO E MELHORIA DE PROCESSOS EM UMA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA PÚBLICA: estudo de caso do processo de fabricação de comprimidos revestidos.’’
    Atualmente a indústria farmacêutica alcançou patamar de destaque, movendo um mercado gigantesco que gera bilhões de reais. Sendo assim, é um setor importante para a economia e principalmente para a política de saúde. Dessa forma, as indústrias requerem toda uma fiscalização e inspeção, baseadas no cumprimento das diretrizes estabelecidas pelas Boas Práticas de Fabricação (BPF). Nessa perspectiva, sabe-se que o processo produtivo gera perdas, às vezes, perdas inerentes ao próprio processo. Porém, quanto mais perdas e desperdícios, pior é o desempenho daquela empresa frente ao mercado. Sendo assim, é importante ter o controle do processo produtivo e saber quais são os focos dos problemas que geram perdas, retrabalhos e desperdícios. Portanto, o presente estudo foca justamente na melhoria dos processos durante a fabricação de comprimidos revestidos, a partir da identificação dos problemas e propondo ações corretivas para esses, utilizando ferramentas da qualidade para alcançar este objetivo.
    Inicialmente, era preciso mapear o processo e analisá-lo. Feito isso, identificar os problemas, analisá-los e priorizá-los, para isso utilizou-se o brainstorming, a famosa tempestade de ideias. Problema identificado partiu-se para as possíveis causas, identificadas através do diagrama de Ishikawa. Com as causas bem estabelecidas era hora de propor um planejamento de ações corretivas, por meio da ferramenta de qualidade 5W2H e através de uma reunião com os supervisores e gerentes da produção (que também participaram do brainstorming) foi validada a proposta do plano de ações e aceita a sua aplicabilidade na rotina operacional. Posteriormente a isso, é importante acompanhar a implementação e verificação da eficácia do plano de ação. Destacando-se ainda, que para uma pesquisa mais completa é importante realizar todas as fases de um PDCA, que é uma ferramenta da qualidade mais abrangente.
    Fica claro, dessa forma, a importância de se empregar as ferramentas da qualidade por interferir diretamente no bom desempenho dos processos produtivos de uma empresa. Sendo assim, um conjunto de ferramentas estatísticas para melhoria de processos, produtos e serviços, de grande valia na questão de gestão e gerenciamento.

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    • chicoteixeira disse:

      Olá Cristiane,

      Interessante a sua escolha por uma dissertação devido à riqueza de material, por outro lado impraticável a leitura de todo o texto. Gostaria que da próxima vez escolhesse um artigo, ok? De qualquer forma você apresentou conceitos importantes da aula 1 (ferramentas da qualidade e importância das BPFs) e abordou também conceitos importantes que vimos mais recentemente na aula 2 (análise de risco e comprometimento dos colaboradores).

      Abraços!

  5. Andressa Salvi disse:

    Boa tarde Francisco,
    O tema escolhido foi Boas práticas de fabricação (BPF)
    Segue o link do artigo: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-52732005000300013

    • Andressa Salvi disse:

      Adequação das boas práticas de fabricação em serviços de alimentação

      A Modificação dos hábitos da sociedade devido à mudança no modo de vida da população causa grandes alterações em diversos aspectos relacionadas à qualidade de vida das pessoas. Dentre as mudanças, foram introduzidos novos hábitos sociais com a incorporação das mulheres no mercado de trabalho, o que consequentemente gerou uma alteração no comportamento tradicionalista que existia. Além disso, houve alteração no padrão de consumo alimentar, resultando um aumento significativo na ingestão de produtos industrializados e a alimentação em estabelecimentos comerciais. Diante disso, menciona-se a necessidade da monitoração de produtos e comércios destinados a alimentação para análise do conteúdo que os mesmos ofertam para o consumidor.
      A qualidade dos produtos está intimamente relacionada à forma pela qual o alimento é manuseado durante as etapas de conservação, preparo e distribuição. Com base nisso, é de grande importância que se tenha um padrão a ser seguido para que haja o mínimo de erros que possam afetar a qualidade do produto final. As boas práticas de fabricação (BPF) são procedimentos que têm como objetivo principal atingir um determinado padrão de identidade e qualidade de um produto levando em consideração adequação de diversos aspectos como: A estrutura do local como ventilação, iluminação e higienização, controle de pragas, coleta de lixo, abastecimento de água, controle de produção e requisitos relacionados a equipamentos. Com o correto funcionamento das BPF há minimização significativa dos riscos de contaminação dos alimentos por microrganismos. Com base nisso, acredita-se que a monitoração e controle constante desses aspectos são fundamentais para se garantir a qualidade dos produtos e consequentemente impedir que haja contaminação à população visto que, os alimentos podem gerar riscos à saúde dos indivíduos.
      O objetivo do artigo foi verificar se os estabelecimentos produtores de alimentos estavam seguindo as normas de acordo com as BPF’S. Foram analisados cerca de 30 restaurantes e 10 hotéis através de formulários (checklists) que continham perguntas referentes às metodologias utilizadas durante a produção dos produtos. Apesar de ser uma metodologia simples, ela garante que se tenha uma ampla visão dos aspectos positivos e negativos de cada estabelecimento, detalhando cada local em análise.
      Os resultados foram separados através de grupos, sendo eles três grupos para analise: o grupo I com mais de 70,0% de atendimento dos itens imprescindíveis, o grupo II, com 30,0% a 69,9% de atendimento e o grupo III, com menos de 30,0% de atendimento. O que se pode perceber com a análise dos resultados, é que a maioria dos restaurantes estudados estava em condições desfavoráveis de manipulação. O cumprimento não adequado de manuseio de alimentos acarreta em maiores riscos de contaminação aos consumidores, sendo necessário treinamento, seleção e educação aos responsáveis do preparo dos alimentos a fim de evitar possíveis riscos. Em relação aos hotéis verificados, conclui-se que apresentam uma maior adequação quanto à manipulação de alimentos, edificação e fluxo de produção comparados a estabelecimentos comerciais. Com base nesses resultados, verifica-se a necessidade de uma maior atenção a esse aspecto, devendo-se atentar a métodos de melhorias que permitam a superação dos desvios observados durante a pesquisa.

      • chicoteixeira disse:

        Olá Andressa,

        Gostei muito do artigo que você escolheu, pois é um trabalho muito rico em informações que trouxemos nas nossas aulas, aprofundando um pouco o assunto. Um exemplo é a citação do diferencial competitivo como requisito fundamental para o sucesso da empresa frente aos concorrentes e a melhoria da qualidade como um fator determinante para este sucesso. Muito relevante também as informações que o artigo trás a respeito da morbidade e da relevância do problema representado pelas doenças transmitidas por alimentos (DTAs) na América Latina e no mundo, respectivamente. O artigo trás também informações cruciais para aqueles que desejam implantar o Sistema de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC), como a necessidade da observância das Boas Práticas de Fabricação como pré-requisito para esta implantação. No geral você conseguiu trazer alguns dos aspectos principais do artigo, mas faltou falar da disponibilidade do manual de Boas Práticas na produção de alimentos (este item é bem importante, lembra que eu frisei bastante na aula a importância da documentação?) e também faltou colocar os resultados das unidades de alimentação e nutrição, que foram os melhores entre os estabelecimentos avaliados. De qualquer forma parabéns pelo trabalho, mas da próxima vez procure ler com mais atenção o artigo para conseguir explorar toda a sua potencialidade de aprendizagem e utilização para estudos futuros. Um grande abraço!

  6. Bruna Lannes disse:

    Boa tarde Francisco.
    Escolhi o tema controle de qualidade, mais especificamente APPCC.
    “Elaboração e implantação do sistema de análise de perigos e pontos críticos de controle
    no processamento de leite pasteurizado tipo A”
    Segue o link:
    http://www.scielo.br/pdf/cr/v44n9/0103-8478-cr-44-09-01608.pdf

  7. Mayra Koba disse:

    Boa tarde.
    O tema que escolhi foi Controle de Qualidade, com base neste artigo:

    http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0048969716303369

  8. Taynan Motta Portal disse:

    Boa tarde, Professor!
    Gostaria de falar sobre o marketing na indústria farmacêutica, sendo esse artigo voltado para a propaganda de medicamentos:
    http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-81232009000300022&lang=pt

  9. Núbia Grandini disse:

    Boa tarde, Professor.
    O tema que escolhi foi Garantia de Qualidade, com o artigo: “Validação de métodos analíticos”.
    Segue o link: http://eduem.uem.br/ojs/index.php/ArqMudi/article/view/19999/10838

  10. Caroline Duarte disse:

    Bom dia.

    Meu tema: Controle de Qualidade.
    Artigo: A IMPORTÂNCIA DO CONTROLE DE QUALIDADE NA
    INDÚSTRIA FARMACÊUTICA.
    Disponível em: http://www.mastereditora.com.br/periodico/20141106_165613.pdf

  11. Thalita Coelho Busch disse:

    Bom dia Francisco.

    Escolhi o tema: Garantia de qualidade;
    Artigo: “Revalidação de um sistema de tratamento de água: ações estratégicas da garantia da qualidade em uma indústria farmacêutica,”
    Disponível em: http://rbfarma.org.br/files/pag_168a171_revalidacao_sistema.pdf

    • Thalita Coelho Busch disse:

      O artigo “Revalidação de um sistema de tratamento de água: ações estratégicas da garantia da qualidade em uma indústria farmacêutica” ao abordar a garantia de qualidade acaba por englobar outras das opções de temas acima citados justamente por envolver diversas ações e Ferramentas da Qualidade como estratégias para atingir um interesse em comum que é obter uma água de qualidade para uso industrial tendo como parâmetro as especificações legalmente exigidas para o tipo de água utilizada. Na indústria farmacêutica são três os tipos principais de água com diferentes graus de pureza e cada um deve seguir a sua legislação sendo a Portaria n° 518, de 25 de março de 2004 do Ministério da Saúde a que contêm os parâmetros para controle da água potável, já as especificações para água purificada e água para injetáveis encontram-se nas Farmacopeias adotadas pelo Ministério da Saúde. O artigo afirma que a importância de não haver contaminantes na água vai além de garantir a qualidade dos medicamentos e inclui também a vida útil dos sistemas de tratamento de água, nesse contexto ele justifica que seguir o Guia de Boas Práticas de Fabricação de Medicamentos e realizar um plano de manutenções periódicas, validação e monitoramento de todos os equipamentos é indispensável. De acordo com Juran (1990) as melhorias são fundamentais para a garantia da qualidade e é aí que se inserem as ferramentas da qualidade que são mecanismos para a melhoria contínua dos processos, o presente artigo utiliza dessas ferramentas para revalidar o sistema de tratamento de água de uma indústria farmacêutica que foi avaliada e apresentava a necessidade de ajustes e atualizações. O método de Hishikawa (1994) foi usado para identificar as não conformidades e o plano de ação 5W1H foi utilizado para realizar as ações corretivo-preventivas. Tendo em vista que a validação é parte integrante da garantia de qualidade e deve ser conduzido por meio de protocolos de validação, o processo de revalidação ocorreu com a elaboração de um novo protocolo, após a aplicação das intervenções as mesmas foram avaliadas e monitoradas para garantir a adequação do sistema. Os resultados obtidos foram positivos e o objetivo de atender as requisições da legislação vigente foi alcançado.

      • chicoteixeira disse:

        Olá Thalita,

        Legal verificar que você conseguiu identificar muitos conceitos, listados como tema, no seu artigo. A água é um assunto realmente importante para a produção não só de medicamentos, mas de muitos outros produtos presentes no dia-a-dia da sociedade contemporânea, além é claro de ser um item indispensável à vida. Gostei muito também do fato do artigo trazer informações sobre os principais contaminantes presentes na água e os principais métodos para remoção e eliminação destes contaminantes. Interessante notar a importância da troca de resinas, este é um dos itens discutidos na nossa aula de água, ou seja, a frequência de troca destas resinas. A substituição dos canos de PVC por canos de aço inoxidável também é outro procedimento digno de nota. Acho que você deveria ter citado o treinamento dos colaboradores, levando a um maior engajamento para o cumprimento dos procedimentos. Abraços!

  12. Stephanie Calado disse:

    tema: Ferramentas da qualidade;
    artigo: APLICAÇÃO DO MÉTODO 5W2H NO PROCESSO PRODUTIVO DO
    PRODUTO: A JOIA

    link: http://stat.necat.incubadora.ufsc.br/index.php/IJIE/article/view/1585/pdf

  13. Maria Luiza Azevedo disse:

    Boa noite Francisco,
    O meu tema escolhido foi Controle de Qualidade.
    ” Controle de qualidade na indústria farmacêutica: identificação de substâncias
    por espectroscopia no infravermelho “.
    http://www.rbfarma.org.br/files/rbf-v94n3-06.pdf

  14. Felipe Demidoff disse:

    Boa noite, Francisco,

    Escolhi o tema: Juran AND Quality.
    Artigo: Optimum Quality Costs and Zero Defects: Are They Contradictory Concepts?
    Link: http://arsavir.free.fr/Cost%20of%20Defect/optimum.pdf

    • Felipe Demidoff disse:

      O artigo “Optimum quality costs and zero defects: are they contraditory concepts?” trata da relação entre a otimização dos custos com qualidade e a redução dos defeitos em um determinado produto. Segundo o modelo proposto por Joseph M. Juran, a redução de defeitos é acompanhada pelo decréscimo dos custos com falhas e aumento dos gastos com prevenção. Logo, essa teoria sugere a existência de um nível ótimo de investimento em qualidade, acima do qual a melhoria da qualidade resulta no aumento do preço final do produto e, consequentemente, decréscimo da performance financeira da empresa. Em outras palavras, a busca por 100% de qualidade acarreta em perdas econômicas.
      Críticos desse modelo sugerem que o nível ótimo de gastos com qualidade não ocorre necessariamente entre 0% e 100% de qualidade, tendo em vista que não é necessário um investimento crescente para atingir a qualidade máxima. Essa afirmação está relacionada ao contraste do processo de melhoria da qualidade do Japão (kaizen – “melhoria contínua”) e o ocidental (inovação). Para os japoneses, o foco da qualidade está no design, produção e marketing de um produto; para os ocidentais, o mais importante é a ciência e a tecnologia envolvidas no processo. Nesse contexto, o modelo oriental apresenta-se de forma mais convencional, valorizando a experiência e traduzindo-se em um progresso modesto, enquanto o modelo ocidental concentra-se no vanguardismo, com altos investimentos e visibilidade dramática dos resultados.
      Em suma, o autor defende que o modelo de Juran não é necessariamente o mais adequado, visto que é possível obter melhorias significativas da qualidade sem a necessidade de investimentos financeiros que reduzam o lucro da empresa. Essa abordagem, contudo, só é possível com base na inovação de processos e avanço tecnológico e científico.

      • chicoteixeira disse:

        Olá Felipe,

        Parabéns pela escolha do tema e do artigo. Realmente muito interessante a discussão trazida pelo autor em torno das assertivas de Juran sobre custos com prevenção e retorno financeiro pela melhoria contínua da qualidade, neste contexto a questão feita pelo autor também é muito importante: É realmente necessário fazer intermináveis investimentos para se alcançar um nível zero de defeitos? Muito legal a forma como o artigo diferencia o modelo oriental do modelo ocidental, chama a nossa atenção a citação pelo autor das vantagens culturais do modelo oriental no que diz respeito ao orgulho organizacional, a reputação da empresa, os efeitos em outras áreas e a experiência na solução de problemas. Não consegui identificar onde o autor menciona que só é possível obter melhorias significativas de qualidade com base na inovação de processos e avanço tecnológico e científico. Com essa conclusão parece que o seu entendimento foi que o autor defende o modelo ocidental? Meu entendimento foi de que o autor defende que é possível alcançar o nível zero de defeitos e que os investimentos não só financeiros, mas também estratégicos, em melhoria contínua, podem representar uma vantagem competitiva frente aos concorrentes, como exemplificado pelas empresas citadas no final do artigo. Assim, o autor observa que a afirmação de juran sobre a contradição entre a otimização com custos em qualidade e nível zero de defeitos não ocorre na prática, como você observou muito bem. Esta é uma ótima discussão para o nosso workshop na sexta-feira. Abraços!

  15. Carla Barbosa disse:

    Boa noite professor,
    Segue o tema: Garantia de qualidade;
    Artigo: “Estratégia para validação do sistema de tratamento de água de uma indústria farmacêutica”.
    Segue o link: http://www.rbfarma.org.br/files/pag_85a88.pdf

    • Carla Barbosa disse:

      “Estratégia para validação do sistema de tratamento de água de uma indústria farmacêutica”
      Na indústria farmacêutica a regulamentação e fiscalização são intensas em atividades como fabricação de medicamentos, logo com a Resolução RDC nº 134 de 13/07/2001 da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) obteve-se a validação de processos para que se adquira máxima segurança para a produção de uma forma farmacêutica, garantindo a qualidade e segurança do mesmo. A água é comumente utilizada na indústria farmacêutica, sendo utilizada na preparação de formas farmacêuticas líquidas, de uso oral ou parental, entre outras utilizações como limpeza de ambientes, equipamentos, vidrarias e operações de esterilização, portanto, é de extrema importância obter-se a validação do sistema de tratamento de água purificada e da água utilizada em injetáveis, seguindo as exigências técnicas. É imprescindível a validação do processo de produção de água com intuito de reduzir o risco de contaminação, seja biológica, química, ou microbiológica. Segundo Farquharson (2001), a forma mais concreta de definir que o sistema de água é adequado para o devido uso, baseia-se em testar e monitorar a qualidade da água com sucesso. O presente artigo realizou os testes de periodicidade, amostragem, análises físico-químicas, análises microbiológicas e testes de integridade, esses testes realizados para validação do sistema foram realizados em um sistema que já estava em operação. Os resultados obtidos foram adequados, cumprindo as exigências técnicas, portanto o sistema de produção de água mostrou-se satisfatório na garantia de qualidade.

      • chicoteixeira disse:

        Olá Carla,

        Parabéns pela escolha do tema e principalmente pela escolha do artigo. Verdadeiramente a água é um dos principais insumos para a indústria farmacêutica e, portanto, é fundamental a sua garantia da qualidade, considerando sua utilização como componente para diversas formulações. O seu trabalho tem como foco principal a validação e como tal, necessariamente aborda a necessidade de documentação mais uma vez, algo que tem passado despercebido por todos os alunos. Logo no início do trecho de Materiais e Métodos os autores colocam “A evidência documentada requerida no processo de validação resulta na geração de uma série de documentos que espelhe o grau de confiabilidade do sistema”, citando em seguida o “protocolo de validação” e outros documentos requeridos no processo de validação. Portanto, isso tem necessariamente que ser citado. Interessante notar outros pontos abordados no artigo, em especial a cloração realizada pela empresa além daquela já observada na rede de abastecimento. Note que posteriormente houve um cuidado para a retirada do cloro ativo utilizando filtro de carvão ativado. Este será um ponto a discutir na aula que teremos sobre água. Abraços!

    • Adriana Rocha Dutra disse:

      Rastreabilidade da carne bovina: uma exigência para a segurança alimentar

      Jorge Antônio Ferreira de Lara; Adriana Lourenço Soares; Presley Nogueira de Lima; Elza Iouko Ida; Massami Shimokomaki*

      Resumo: Consumidores cárneos demandam uma crescente fiscalização destes produtos, a fim de garantir que estes sejam inofensivos à saúde e apresentem a qualidade declarada. Esta crescente necessidade do efetivo controle da qualidade dos produtos cárneos tem incentivado a criação de novas normativas que garantam a qualidade do produto final e sua respectiva rastreabilidade.
      Novas exigências legais contribuem para que o consumidor final adquira um produto que atenda aos requisitos de qualidade e facilitam os processos dentro da cadeia produtiva, pois com a rastreabilidade de cada processo e fornecedor é mais fácil identificar onde ou em qual fornecedor um desvio de qualidade se iniciou, facilitando a aplicação de ações da garantia da qualidade como a aplicação de ações corretivas e preventivas.
      A rastreabilidade de produtos cárneos tem origem desde o nascimento do animal até o abate, englobando qualquer acontecimento durante este percurso. Seu objetivo maior é garantir que a saúde do animal esteja adequada e que, portanto, não ofereça riscos à saúde pública.
      A identificação e o registro dos animais pode ser feito manualmente ou eletronicamente, onde a forma eletrônica é preferível em vista de ser mais efetiva e com menos possibilidade de conferir erro. O animal pode ser marcado em algum local específico do corpo, onde após o abate deve-se, de forma sistemática, expandir esta marcação a todas as partes resultantes do processo de corte. Já nos postos de venda a identificação e rastreabilidade destes cortes passa a ser feita por código de barras, o que de fato aumenta a confiança dos consumidores sob os produtos adquiridos.
      No Brasil a realidade do sistema de rastreamento de produtos cárneos ainda pode ser considerada ineficiente e inoperante, entretanto com a implantação de sistemas de gestão da garantia da qualidade como análise de perigos e pontos críticos de controle, Boas Práticas de Fabricação e o programa 5S, pode-se dizer que o Brasil está caminhando para um sistema de rastreamento, que por sua vez, irá conferir maior qualidade aos produtos cárneos.

      • chicoteixeira disse:

        Olá Adriana e colegas,

        Parabéns por escolher um tema tão atual e importante. No geral você conseguiu trazer pontos importantes do artigo e que contribuem substancialmente para aprofundar os conceitos da nossa aula, com destaque para a necessidade de realizar o controle e a garantia da qualidade no processo e não mais no produto, aqui no caso a carne. No entanto, senti falta de algumas informações que o artigo trouxe e que considero bastante relevantes. Para começar temos a certificação, mencionada pelo artigo e que se constitui em um dos mais importantes itens da garantia da qualidade. O artigo também cita a busca do mercado externo (Comunidade Europeia), como um fator crítico para a nova postura dos frigoríficos com relação à qualidade dos produtos cárneos oferecidos, você se lembra da competitividade como um fator importante da nossa aula? Achei muito interessante o artigo explicando que a inspeção deve estar integrada com o frigorífico para que o programa de rastreabilidade tenha sucesso, mencionando inclusive pontos críticos da rastreabilidade, tais como, identificação, seleção e codificação dos lotes. Outro item bastante interessante no artigo é a explicação do número do SIF do estabelecimento de abate, que inclusive está ajudando na retirada de carnes suspeitas de adulteração no recente episódio da “Operação carne fraca”. Finalizando faço um alerta para que você e os demais alunos tomem cuidado com as conclusões. Principalmente para aqueles que desejam seguir para um mestrado ou mesmo para os que irão para outras áreas de atuação. Você afirma que “No Brasil a realidade do sistema de rastreamento de produtos cárneos ainda pode ser considerada ineficiente e inoperante…”. Na verdade o artigo conclui que a rastreabilidade na cadeia da carne já é uma realidade, principalmente nos frigoríficos que exportam para a comunidade europeia e, mais importante, considerando o ano de publicação do artigo (2003), hoje a realidade para o mercado interno pode ser bem diferente da retratada no artigo, afinal já se passaram 14 anos desde então. Um grande abraço!

  16. Júlia Porto disse:

    Resenha do artigo “APLICAÇÃO DO CICLO PDCA (PLAN, DO, CHECK, ACTION) NO RENDIMENTO DE FARINHA DE SANGUE EM UMA INDÚSTRIA FRIGORÍFICA.”

    O artigo aborda a produção de farinha de sangue a partir do sangue bovino, que é um resíduo rico em proteínas e com possibilidade de ter aplicação tecnológica. Essa produção é uma prática comum em grandes frigoríferos, pois a farinha produzida é utilizada para manufatura da ração animal; o que evita que o sangue bovino, que tem alto índice poluente, seja descartado no meio ambiente, como acontece, por exemplo, nos frigoríferos de menor porte.
    A empresa analisada no artigo localiza-se no Paraná e sua produção média era de 1,87 kg de farinha de sangue por animal abatido. Buscando elevar esse valor, testou-se a implantação da ferramenta de qualidade conhecida como PDCA (Plan, Do, Check, Action). Essa metodologia tem como filosofia ajudar na detecção, na análise e na solução de problemas organizacionais. O modelo aplicado consistia nas 4 fases que representam a sigla e era composto por 8 etapas. Na fase P (Plan) foram realizadas 4 etapas (Identificação do problema, observação, análise, plano de ação); na fase D (Do) havia 1 etapa (execução); na fase C (Check) possuía 1 etapa (verificação); e a última fase, fase A (Action), possuía 2 etapas (Padronização e conclusão). Vale ressaltar que, durante a etapa de observação (Fase P) foi aplicada outra ferramenta, conhecida como Brainstorming, que tem como objetivo a construção de hipóteses que justificariam o baixo rendimento da farinha de sangue. As hipóteses ditas como muito prováveis foram, então, alocadas para um diagrama de “causa e efeito” que serviu como base para a construção do Plano de Ação, através de uma ferramenta conhecida como 5W1H.
    Após a aplicação da ferramenta, o rendimento elevou-se para 2,33 kg de farinha de sangue por animal abatido e, em termos de lucros, a empresa conseguiu um aumento no faturamento de R$ 3205,00, o que demonstra que a metodologia foi útil e eficaz para a organização.

    • chicoteixeira disse:

      Oi Júlia,

      Muito interessante o seu artigo e os aspectos de utilização do sangue gerando lucro para a empresa e impedindo a contaminação dos rios onde os frigoríficos despejam os seus efluentes de forma equivocada. Você citou muito bem o “brainstorming” como estratégia utilizada no planejamento do ciclo PDCA, mencionou também o diagrama de causa e efeito, referido muitas vezes como “Diagrama de Ishikawa”. Faltou somente mencionar que os COLABORADORES ficaram mais envolvidos com os objetivos produtivos e de qualidade da empresa. Abraços!

  17. Mayra Koba disse:

    Boa noite, Francisco.
    Segue o resumo com base no artigo intitulado “The importance of quality control in validating concentrations of contaminants of emerging concern in source and treated drinking water samples”.
    Este artigo descreve a presença, a persistência e as concentrações de 247 contaminantes de interesse emergente (CECs), incluindo compostos químicos orgânicos e inorgânicos e contaminantes microbianos, em um levantamento em escala nacional conduzido na fonte e em amostras de água potável tratada a partir de 25 estações de tratamento de água potável nos EUA. A detecção desse tipo de substâncias no ambiente tornou-se um problema global devido ao seu potencial em causar efeitos indesejáveis para a saúde humana e para a ecologia. Múltiplos métodos foram usados para determinar esses CECs, incluindo seis métodos analíticos para medir 174 produtos farmacêuticos, produtos de higiene pessoal e pesticidas. Um programa de garantia de qualidade/controle de qualidade (QA/QC) de três componentes foi projetado para o subconjunto de 174 CECs, o que nos permitiu avaliar e comparar os desempenhos dos métodos utilizados. Os três componentes incluíram: 1) um protocolo de QA/QC de campo comum e um projeto de amostra; 2) protocolos de QA/QC específicos de um método individual desenvolvido pelo investigador; e 3) um conjunto de 46 analitos de comparação de métodos que foram determinados em dois ou mais métodos analíticos. O desempenho geral do método para os 174 CECs químicos orgânicos foi avaliado comparando-se as recuperações máximas em reagente, fonte e água tratada durante um período de dois anos. De forma geral, a avaliação dos resultados de QA/ QC em campo e em laboratório sugeriu que a maioria dos métodos foi realizada com exatidão e precisão durante o decorrer deste estudo, embora tenham sido observadas diferenças no desempenho do método ou na ocorrência ambiental. Porém, outros 48 compostos farmacêuticos medidos não cumpriram consistentemente padrões de qualidade predeterminados, sendo apresentadas as metodologias que não pareciam adequadas para estes analitos. A necessidade de excluir alguns dados devido à incerteza analítica demonstra a importância de protocolos adicionais de QA/QC para programas de monitoramento de contaminantes em escala nacional e de longa duração.

    • chicoteixeira disse:

      Oi Mayra!

      Parabéns pelo seu comentário no blog. Fiquei muito interessado no artigo que você escolheu por dois motivos, primeiro era o primeiro trabalho que eu corrigi escrito em inglês e segundo porque o assunto é a qualidade da água, já que eu tenho um grande interesse neste tema. Infelizmente acho que você se perdeu um pouco com relação aos objetivos do exercício, mas no seu caso é compreensível devido à complexidade do artigo escolhido. Vejo aspectos interessantes na sua escolha, principalmente quanto à relevância e ineditismo do tema: “contaminantes de interesse emergente”, como você definiu, normalmente definido como “contaminantes emergentes” em artigos publicados em português, além de abordar conceitos fundamentais da nossa disciplina, a saber, garantia da qualidade e controle de qualidade. No entanto, por se tratar de um trabalho de monitoramento e avaliação comparativa de técnicas, acredito que faltou você comentar mais sobre a pesquisa das variações dentro do método e entre os métodos utilizados, ou seja, na verdade o tema do trabalho está mais voltado para validação, o que explica a dificuldade em se encontrar uma apresentação mais didática do que seriam garantia da qualidade e controle de qualidade. De qualquer forma, parabéns pela iniciativa e obrigado por compartilhar seu entendimento. Abraços!

  18. Bruna Lannes disse:

    Boa Noite.
    Segue o resumo realizado do artigo ““Elaboração e implantação do sistema de análise de perigos e pontos críticos de controle
    no processamento de leite pasteurizado tipo A”

    A Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC) é utilizada para identificar e evitar erros em pontos críticos do processo de produção. Esse sistema de análise é composto de 7 princípios básicos que quando aplicados corretamente e associados com outros programas como BPF, POP e PPHO garantem a eficácia na prevenção de doenças de origem alimentar e previnem a ocorrência de possíveis riscos para a saúde do consumidor. Além disso, torna o processo mais robusto e diminui a necessidade de grande parte das análises laboratoriais. O artigo tem como objetivo elaborar e implantar o plano APPCC no processamento do leite pasteurizado tipo A tendo em vista que o leite possui um custo acessível e um alto valor nutricional e pode sofrer contaminações de agentes químicos, físicos ou biológicos.

    Foram realizadas várias etapas para a elaboração e implantação do APPCC, de acordo com o que é preconizado. Na primeira auditoria, os itens manipuladores, edificações e instalações e documentação estavam não conformes o que atestou pouca aderência as BPF e a importância de corrigir o que não estava adequado (não conformidades). Na auditoria final, realizada um ano depois do início da implantação do sistema APPCC, boa parte dos itens estava dentro das especificações. Com isso, se definiu a equipe APPCC e suas atividades.

    Para este artigo, a etapa de ordenha não foi considerada um PCC porque a matéria prima é produzida e processada na empresa e esses perigos são controlados através das boas práticas durante a ordenha. Então, os PCC são biológicos e as etapas são de pasteurização e envase.

    Logo, o artigo mostrou como a implantação do APPCC no processamento do leite foi eficaz para controle dos perigos previamente identificados.

    • chicoteixeira disse:

      Olá Bruna!

      Parabéns pela escolha do artigo e também pelo comentário. Realmente muito interessante verificar como os conceitos que serão trabalhados na disciplina são abordados no artigo. Por exemplo, os autores explicarem como os investimentos podem trazer retorno ao empresário devido ao aumento na confiabilidade e diminuição das reclamações por parte dos consumidores e outros integrantes da cadeia, tais como comerciantes varejistas. Interessante notar a diferença encontrada entre a propriedade avaliada, com relação a uma propriedade avaliada em outro trabalho, para a identificação de um Ponto Crítico de Controle (PCC), onde a ordenha é realizada na própria empresa ou a matéria-prima é recebida de fornecedores, respectivamente. Aqui, as boas práticas na ordenha foram cruciais. O trabalho trás informações sobre limite máximo para o microrganismo investigado, técnica do Número Mais Provável, amostragem e microrganismos patogênicos, tópicos que iremos investigar mais adiante na disciplina. Os fornecedores de embalagens foram submetidos a uma rigorosa seleção onde a qualidade microbiológica deveria ser atestada por laudos técnicos e programas de boas práticas (certificação de fornecedores). Seu resumo apresentava alguns erros que foram editados, mas no geral você conseguiu resumir bem o conteúdo do artigo. Parabéns!

  19. Núbia Grandini disse:

    Boa noite, professor!
    Resenha do artigo: “Validação de métodos analíticos”
    A validação é uma ferramenta da garantia de qualidade, que visa validar equipamentos, instalações, métodos, processos e sistemas, a fim de que o produto seja produzido da mesma maneira e com a mesma qualidade. A validação deve ser realizada quando o processo de fabricação foi alterado, em equipamentos novos, quando a qualidade do produto for duvidosa, e quando houver a implantação de um novo método analítico. O presente artigo apresentou os principais pontos da validação de métodos analíticos, através de uma revisão da literatura. Segundo a farmacopeia americana, os analistas não precisam obrigatoriamente validar seu método analítico, mas, é necessário ter uma série de métodos adequados para avaliar a qualidade dos produtos finais. Para realizar-se a validação de métodos, são usadas características analíticas, como especificidade, exatidão, limite de quantificação, robustez, linearidade, precisão, limite de detecção, intervalo de aceitação, consistência e conformidade do sistema: exatidão é a proximidade dos resultados obtidos por determinado método analítico, quando comparado ao valor verdadeiro; precisão é a proximidade dos resultados obtidos após vários testes feitos em várias amostragens de uma amostra; especificidade é a capacidade do método de medir especificamente um fármaco, na presença de outros compostos; limite de detecção é a menor quantidade de uma substância que o método consegue identificar, mas sem a quantificação da mesma; limite de quantificação é a menor quantidade de uma substância que o método consegue identificar e quantificar; a linearidade é a capacidade do método de gerar resultados diretamente proporcionais à concentração de uma substância em análise, dentro de uma certa variação; consistência é o grau de reprodutibilidade dos resultados gerados sob várias condições; E por último, robustez, medida onde o método se mantém inalterável através de pequenas modificações em seus parâmetros. A indústria farmacêutica deve se responsabilizar pela qualidade dos produtos, cumprindo as regras de boas práticas de fabricação, controle de qualidade, garantia de qualidade e oferecendo assim, um produto adequado e sem riscos para o paciente.

    • chicoteixeira disse:

      Olá Núbia,

      Este assunto é totalmente relevante para o nosso curso, pois a validação é realmente uma ferramenta ímpar para a garantia da qualidade. Logo no início do artigo os autores enfatizam que a validação consiste em tornar legítimo um processo, equipamento, sistema ou metodologia a partir do estabelecimento de documentações. Acredito que você vai lembrar como eu tenho dado ênfase à importância da documentação nas aulas. Quando um sistema encontra-se validado há uma garantia maior de que ele irá ocorrer com a mesma qualidade e dentro de limites aceitáveis pela legislação vigente. Você trouxe informações interessantes do artigo, porém faltou falar da importância da documentação, conforme lembrado acima, além de explorar um pouco mais o tema escolhido, que foi “Garantia da qualidade”, e o seu artigo era bastante rico em conceitos sobre o tema. Ficou claro que você preferiu atentar mais para a validação, que será tema de outra aula. De qualquer forma, parabéns pelo esforço em fazer o trabalho. Abraços!

  20. Maria Luiza Azevedo disse:

    Boa noite, professor!
    Resenha do artigo: “Controle de qualidade na indústria farmacêutica: identificação de substâncias por espectroscopia no infravermelho”
    O artigo “Controle de qualidade na indústria farmacêutica: identificação de substâncias por espectroscopia no infravermelho” retrata a importância do uso do Controle de Qualidade na indústria farmacêutica para a garantia da qualidade de suas formas. A espectroscopia de infravermelho é uma metodologia de bastante utilidade na indústria farmacêutica, juntamente com a Garantia de Qualidade, para assegurar boas propriedades aos medicamentos e segurança. Esse método possui técnicas vantajosas, porque é rápido e não destrói a matéria-prima na sua identificação, permitindo assim que a mesma seja feita na sua embalagem de forma direta, através da aplicação de uma sonda de fibra óptica.
    Os princípios ativos usados foram Captopril, Cimetidina, Cloridrato de Ciprofloxacino, Cloridrato de Metformina 90% e Diclofenaco de Sódio. Para avaliar a aplicabilidade desta metodologia foi usada uma fibra óptica fixada no infravermelho próximo para se fazer a padronização de um princípio ativo e para a estruturação de uma biblioteca espectral. Para sua padronização foram selecionadas 5 amostras de lotes diferentes dentro do prazo de validade, de cada princípio observado, e testou-se para verificar a qualidade. A partir da média da varredura das 5 amostras foi construído um padrão já incluso na biblioteca espectral para ser usado como referência no teste de identificação.
    Na avaliação do comportamento do padrão e dos princípios ativos testados observou-se um resultado aceitável, porém será necessário fazer uma avaliação melhorada, mais complexa e mais específica da biblioteca espectral e dos materiais usados neste experimento. O uso do infravermelho próximo para identificar a matéria-prima mostrou-se um método seguro a partir do uso de uma sonda de fibra óptica. Observou-se também que será necessário fazer uma validação da biblioteca, já que a mesma compreende-se como um método qualitativo da espectroscopia no infravermelho. Para isso, deve-se programar um teste para verificação da especificidade e a robustez do método para que o mesmo possa ser implementado.

    • chicoteixeira disse:

      Olá Maria Luiza,

      Parabéns pela escolha do trabalho e pela elaboração do resumo. O seu artigo também era muito rico em conceitos sobre o tema escolhido, “Controle de qualidade”, além de explanar um pouco sobre Boas Práticas de Fabricação na indústria farmacêutica, mas infelizmente você se ateve apenas à técnica utilizada, sua importância para o controle de qualidade e sua aplicação. Legal você ter comentado sobre a identificação não destrutiva da técnica, que é uma característica bastante vantajosa, já que não requer amostragem. Da próxima vez procure falar um pouco mais sobre o tema escolhido. Abraços!

  21. Raíssa Soares disse:

    Oi, professor
    Tema escolhido: boas práticas de fabricação
    Artigo: Avaliação das boas práticas na fabricação de preparações à base de pescados crus em restaurante japonês
    Link do artigo: http://srv02.fainor.com.br/revista/index.php/memorias/article/view/82

    • Raíssa Soares disse:

      “Avaliação das boas práticas na fabricação de preparações à base de pescados crus em restaurante japonês”
      Um dos mercados alimentícios que vem crescendo no consumo da população é a culinária japonesa, a qual é caracterizada por alimentos crus e preparados através do contato direto com as mãos do manipulador. Por isso, há a necessidade de uma extrema higienização tanto das mãos, quanto do alimento, devido à facilidade da proliferação de microrganismos nos mesmos, podendo então causar DTAs (doenças transmitidas por alimentos) nos consumidores. Sendo assim, o estudo tem como objetivo, avaliar as boas práticas de fabricação (BPF) dos pescados crus e adjuvantes no restaurante japonês, localizado em Salvador- BA, durante junho a setembro no ano de 2009. Para isso, foi utilizado como base a RDC-2004 da ANVISA.
      Foram realizados testes em diversos aspectos que interferem na fabricação, como a higienização de equipamentos, controle de pragas, matérias-primas e documentação, os quais todos apresentaram resultados com baixa irregularidade, inclusive, na análise da água, mostrou que essa se encontra dentro dos padrões estabelecidos. Porém, na análise microbiológica das mãos dos manipuladores foi identificada a presença de coliformes e Escherichia coli, que apesar do baixo índice, há o risco de contaminação para os consumidores. Além disso, o estabelecimento não realiza auditorias internas no planejamento das boas práticas de fabricação para garantir a qualidade dos produtos oferecidos pelo restaurante.
      Conclui-se que por o estabelecimento ser classificado no grupo 2, de acordo com o check list realizado, é necessário que o mesmo corrija as falhas para se adequar às legislações.

      • chicoteixeira disse:

        Olá Raissa,

        Parabéns pelo tema e pelo resumo. As Boas Práticas de Fabricação como temos visto nas aulas é um tema fundamental para a garantia da qualidade de processos e produtos, acredito que você teve a oportunidade com o artigo de aprofundar um pouco mais sobre esta importante ferramenta utilizada pelos legisladores, produtores, fiscalizadores e demais interessados na busca de uma melhor qualidade. Infelizmente o seu artigo confirma algo que é recorrente em muitos estabelecimentos prestadores de serviços de alimentação ou que trabalham manipulando os alimentos, só para exemplificar as grandes redes de supermercado, onde muitas vezes existe uma total despreocupação por parte dos manipuladores com relação às Boas Práticas de Manipulação de Alimentos, em especial os frios como queijos, presunto, etc… A questão das auditorias internas também é um requisito fundamental para a garantia da qualidade. Considerando a capacidade de atendimento do restaurante (240 clientes), imagine a gravidade de uma eventual ocorrência de contaminação. Como aspectos negativos do seu resumo faltou explicar o que significa para o estabelecimento ser classificado como classe 2, as principais irregularidades encontradas dentro dos blocos utilizados para classificação das adequações e inadequações, com destaque para a falta de capacitação de funcionários para exercer as atividades (falta de treinamento ou comprometimento dos funcionários), o artigo inclusive cita a necessidade de documentação comprovando a capacitação, assim como a ausência de lixeira com acionamento automático. De qualquer forma você mencionou o aspecto que considero o principal problema, que é realmente a contaminação encontrada nas mãos de alguns manipuladores. Abraços!

  22. Stephanie Calado disse:

    APLICAÇÃO DO MÉTODO 5W2H NO PROCESSO PRODUTIVO DO
    PRODUTO: A JOIA
    Maria da Graça Portela Lisbôa*
    Leoni Pentiado Godoy**

    Resumo por: Stephanie Calado

    A qualidade de produtos tem sido um ponto bastante visado por produtores e consumidores. Na produção de joias tem despertado o interesse a medida em que há interferência do design no processo. Neste contexto destaca-se a produção de uma coleção de joias intitulada “Gauchidade”. Durante a produção desta coleção, os desafios do processo produtivo encontraram na metodologia 5W2H uma ferramenta adequada para decompor e analisar, separadamente, cada fase do ciclo produtivo, identificando problemas e apresentando soluções, com o intuito de maximizar a produção. Através da metodologia 5W2H foi possível separar as diferentes rotinas existentes, fazendo as perguntas certas para cada instrumento de produção da coleção.
    A técnica 5W2H é uma ferramenta prática e permite que identifiquemos dados e rotinas importantes de uma unidade de produção assim como quem é quem, o que faz e porque realiza tais atividades. O método é composto de sete perguntas, utilizadas para implementar soluções:
    a) O QUÊ? Ou seja: Qual a atividade? Qual é o assunto? O que deve ser medido? Quais os resultados dessa atividade? Quais atividades são dependentes dela? Quais atividades são necessárias para o início da tarefa? Quais os insumos necessários?
    b) QUEM? Ou seja: Quem conduz a operação? Qual a equipe responsável? Quem executará determinada atividade? Quem depende da execução da atividade? A atividade depende de quem para ser iniciada?
    c) ONDE? Ou seja: Onde a operação será conduzida? Em que lugar? Onde a atividade será executada? Onde serão feitas as reuniões presenciais da equipe?
    d) POR QUÊ? Ou seja: Por que a operação é necessária? Ela pode ser omitida? Por que a atividade é necessária? Por que a atividade não pode fundir-se com outra atividade? Por que A, B e C foram escolhidos para executar esta atividade?
    e) QUANDO? Ou seja: Quando será feito? Quando será o início da atividade? Quando será o término? Quando serão as reuniões presenciais?
    f) COMO? Ou seja: como conduzir a operação? De que maneira? Como a atividade será executada? Como acompanhar o desenvolvimento dessa atividade? Como A, B e C vão interagir para executar esta atividade?
    g) QUANTO? Ou seja: custa realizar a mudança? Quanto custa a operação atual? Qual é a relação custo / benefício? Quanto tempo está previsto para a atividade?
    A técnica 5W2H é uma ferramenta simples, porém muito útil, para auxiliar a análise e o conhecimento sobre determinado processo, problema ou ação a serem efetivadas. Ela pode também ser usada em três etapas na solução de problemas:
    a) Diagnóstico: na investigação de um problema ou processo, para aumentar o nível de informações e buscar rapidamente as falhas;
    b) Plano de ação: auxiliar na montagem de um plano de ação sobre o que deve ser feito para eliminar um problema;
    c) Padronização: auxilia na padronização de procedimentos que devem ser seguidos como modelo, para prevenir o reaparecimento de modelos.

    No presente estudo, o método 5W2H avaliou 11 situações para a aplicação da metodologia 5W2H, sendo elas: Estudo do projeto; Escolha das gemas; escolha dos metais; conferência das gemas calibradas; fundição do metal; recorte do metal; montagem das joias; acabamento; análise da peça pelo ourives e pelo desingner; embalagem; exposição e venda.
    O uso da metodologia 5W2H possibilitou a divisão do processo em diferentes partes, deixando claro o que se estava realizando em cada situação, quais as pessoas que estavam operacionalizando cada fase, em que setor estava sendo realizada a etapa, em que sequência do processo se encaixava a tarefa, como era realizada a mesma e que despesas gerava dentro do processo produtivo.
    A sua análise estruturada permite, ainda, a redução de custos no desenvolvimento de produtos e serviços, a redução nas falhas de integração entre sistemas e melhora do desempenho da organização; além de ser uma excelente ferramenta para possibilitar o melhor entendimento dos processos atuais e eliminar ou simplificar aqueles que necessitam de mudança
    A aplicação da metodologia 5w2h no processo produtivo de joias foi de suma importância, pois sua aplicabilidade no processo produtivo ajudou a organizar todo o trabalho e perceber quais as dificuldades na produção. A análise permitiu, ainda, a redução de custos no desenvolvimento de produtos e serviços, a redução nas falhas de integração entre sistemas e melhora do desempenho da organização; além de ser uma excelente ferramenta para possibilitar o melhor entendimento dos processos atuais e eliminar ou simplificar aqueles que necessitam de mudança, a fim de otimizar o processo garantindo assim um padrão alto de qualidade, atingindo a satisfação de seus clientes internos e externos.

    • chicoteixeira disse:

      Olá Stephanie,

      Parabéns pela escolha do tema e pelo resumo. Legal a sua apresentação das características da ferramenta de qualidade 5W2H. Logo no início do trabalho os autores citam a importância da abertura econômica na década de 90 e a busca da qualidade pelas empresas devido ao aumento da concorrência, este é um item que não podemos deixar passar no seu trabalho, ok? Você definiu bem o conceito da metodologia 5W2H e trouxe as explicações exatamente como estão no artigo segundo o SEBRAE (ver referência do artigo). Assim, preciso que você faça diferente da próxima vez. O intuito é fazer um resumo com as suas palavras daquilo que você entendeu de mais importante do artigo.

  23. CAROLINE DUARTE TAVARES disse:

    A importância do Controle de Qualidade na Indústria Farmacêutica.
    O ramo farmacêutico busca vencer desafios para se destacar no mercado, devido à globalização intensiva e com o aumento da competitividade. A confiança e satisfação do consumidor são fatores essenciais para o crescimento e fortalecimento desse ramo industrial, porém necessitam de bastante atenção durante o desenvolvimento, comercialização e distribuição desses medicamentos.
    Logo, o controle de qualidade nessas indústrias assegura a qualidade, segurança, credibilidade e eficácia dos produtos produzidos. A fim de certificar esses requisitos, as indústrias farmacêuticas cumprem determinações impostas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), definidas pela RDC nº 17, que trata sobre as Boas Práticas de Fabricação de Medicamentos (BPF). O conceito de BPF se dá através de um conjunto de normas obrigatórias que padronizam e estabelecem procedimentos adequados para a boa qualidade do produto, processos e serviços, atendendo aos padrões mínimos exigidos por órgãos reguladores.
    O treinamento dos funcionários das indústrias também é um aspecto importante e que merece bastante atenção, evitando assim possíveis erros, melhora na motivação e na comunicação da equipe, aumentando a qualidade do produto oferecido ao consumidor, que é um paradigma devido à necessidade da eficácia em atender rapidamente as exigências do cliente, tanto no tempo quanto na qualidade.
    E atualmente, as empresas estão aplicando o programa Lean Management, conceituado como uma agregação de valores como a motivação, valorização e a diluição dos esforços de melhorias, cobrindo a concorrência local e global, sendo um programa que requer investimentos a curto, médio e longo prazo, além de uma boa liderança dos gestores, e seu objetivo final é reduzir os desperdícios através da ferramenta Seis Sigma.
    No Brasil, o programa Seis Sigma foi implantado pelo Grupo Brasmotor em 1997, e é um programa de gestão, que visa melhorar a rentabilidade da empresa, diminuir custos e otimizar as operações. E essa ferramenta visa reduzir a variação nos processos de produção, eliminando as falhas nos serviços e produtos, mas é de extrema importância a participação e comprometimento de todo o pessoal da empresa.
    Para garantir a qualidade de vida dos funcionários e atender as expectativas dos consumidores, é fundamental a implantação dos itens estabelecidos pela Norma ISO 9001/00, que tem por finalidade padronizar em nível mundial as normas técnicas de qualidade, baseando-se em oito princípios de gestão: Cliente, liderança, pessoal, abordagem de processo, abordagem sistêmica, melhoria contínua, factual e fornecedores. Diante dessa demanda na qualidade dos produtos farmacêuticos oferecidos, todo processo que envolve gestão é importante, pois qualquer falha que ocorra pode acarretar danos graves para a saúde da população.

    • chicoteixeira disse:

      Olá Caroline,

      Ótima escolha a do seu artigo, pois reflete bem o tema da nossa primeira aula. Você trouxe informações importantes e que precisamos destacar, tais como o aumento da competitividade e a necessidade da busca por qualidade pelas empresas farmacêuticas, a necessidade de atendimento à RDC nº 17 da ANVISA, além de outras informações relevantes. No entanto, ficou faltando destrinchar mais o tema escolhido, que foi “controle de qualidade”, pois o artigo é rico em informações, embora indiretamente você tenha citado diversos procedimentos e características associadas ao Controle e garantia da qualidade. De qualquer forma foi muito boa a escolha do artigo, embora ele apresente alguns erros de digitação, principalmente com relação às datas. Recomendo aos demais alunos que façam uma leitura. Abraços!

  24. Taynan Motta Portal disse:

    “Propaganda de medicamentos no Brasil. É possível regular?”
    O marketing é uma ferramenta muito utilizada pelas grandes empresas e indústrias, inclusive as farmacêuticas, a fim de contribuir com a divulgação de produtos, ressaltando a qualidade e as vantagens dos mesmos, em busca de agradar seus clientes e fazer uma nova clientela. Porém, o marketing realizado por algumas indústrias farmacêuticas, através da propaganda de medicamentos, pode ter um caráter perigoso no que se refere ao uso racional de medicamentos. Logo, a fim de resguardar e proteger a população de propagandas tendenciosas, a propaganda farmacêutica passou a ser regulada no Brasil, em 1976. Em 2000, foi criada a RDC 102/2000, que reafirma e atualiza diversas normas legais já existentes. Esta RDC proíbe o uso de linguagem relacionando o uso de medicamento ao desempenho intelectual, físico ou sexual de uma pessoa, por exemplo. Em 2002, a ANVISA criou o Projeto de Monitoração de Propaganda e Publicidade de Medicamentos, o qual objetiva fiscalizar o cumprimento da RDC 102/2000. Através desse projeto, as próprias equipes identificaram falhas da RDC acima citada, provando o quanto essa normativa ainda é falha em seus objetivos e que não há uma rigorosidade ao verificar o cumprimento das normativas pelas empresas. Sendo assim, percebe-se que, no Brasil, o interesse coletivo ainda não é colocado acima dos interesses das grandes corporações, dos meios de comunicação e do comércio, diferente de outros países, sendo necessária a criação de leis mais severas, a fim de promover o uso racional de medicamentos.

    • chicoteixeira disse:

      Olá Taynan,

      Parabéns pela escolha do tema e pela pesquisa de um artigo relacionado. Realmente este é um assunto da maior importância e que geralmente passa despercebido ou negligenciado a maior parte do tempo. Muito curioso os dados trazidos por uma referência do artigo, que indica a análise de cem peças publicitárias de medicamentos comparadas com a Resolução RDC 102/2000 e a constatação de que todas as peças se encontram em desacordo com a legislação, cometendo em média até quatro infrações. Ainda mais curioso é a própria ANVISA constatar que analisando 6.002 peças publicitárias foram encontradas mais de 90% de peças publicitárias de medicamentos com informações irregulares. Considerando o ano de publicação (2009), a impressão é a de que não ocorreram alterações significativas no nosso país, refletindo sobre isso a primeira imagem que vem a mente é a propaganda de um analgésico na mídia televisiva mostrando os diversos benefícios e depois falando muitíssimo rapidamente a malfadada frase: “Ao persistirem os sintomas o médico deverá ser consultado”… Este assunto deveria dar pano pra manga… Abraços!

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