Atendimento

Estes são os horários disponibilizados para tirar dúvidas, discutir as disciplinas e trocar impressões sobre as aulas. Os alunos poderão ter acesso ao professor tanto na modalidade à distância (e-mail ou messenger), quanto pela modalidade presencial (marcar antes por e-mail).

Controle de Qualidade Microbiológico:

·      Segunda e quarta-feira, das 09:00 hs às 11:00 hs;

·      Terça e quinta-feira, das 14:00 hs às 17:00 hs;

MSN messenger: ft.martins@hotmail.com

E-mail: ft_martins@yahoo.com

Skype: chico.m.teixeira

Twitter: @ChicoMTeixeira

Facebook: ft_martins@yahoo.com

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28 respostas para Atendimento

  1. raquel guedes disse:

    Olá professor!

    Primeiramente ,prarabéns pelo seu blog,de fato
    permite uma maior interação aluno-professor e possibilita informação,produção de conhecimento.

    Segundo,gostaria de sugerir que na sua aula
    você um pouco mais suscinto e claro…e continuasse usando animaçaõ para esclarecer conceitos!

    E aproveitando, gostaria de tirar uma dúvida sobre biossegurança: riscos ocupacionais e cargas de trabalho são metodoliogias ou tipos de riscos?

    Xauzim, e tenha um bom dia de trabalho!

    • chicoteixeira disse:

      Oi Raquel!
      Obrigado por sua contribuição para o blog. Fico feliz que vc tenha entendido as possibilidades que ele disponibiliza.
      Agradeço muito por sua crítica com relação à minha aula e vou procurar ser mais sucinto, ok?…sem deixar, é claro, de utilizar as animações!
      Com relação à sua pergunta, quero novamente parabenizá-la. Realmente é díficil fazer uma distinção quanto ao conceito de riscos ocupacionais e cargas de trabalho, classificando-os como metodologias ou tipos de riscos. Porém, vamos à definição de riscos ocupacionais e de cargas de trabalho:
      Riscos ocupacionais – “Consistem em fatores existentes no processo de trabalho com origem em seus componentes…e na forma de organização do trabalho…capazes de gerar acidentes, doenças e outros agravos à saúde do trabalhador”.
      Cargas de trabalho – “É entendida como sendo a resultante de diversos elementos que interatuam dinamicamente no processo de trabalho”.
      Portanto, nós utilizaremos riscos ocupacionais e cargas de trabalho como estudo sistemático dos riscos e situações associadas a estes riscos, o que caracteriza uma metodologia (algo mais abrangente com relação a “tipos de risco”).

      Fonte: Mastroeni, M. F. Biossegurança Aplicada a Laboratórios e Serviços de Saúde. 2005. 2ªEd.

      Um grande abraço!

  2. Izabel COrrea disse:

    Oi Professor !!
    sou aluna de microbiologia, infelizment amanha tenho um reuniao no trabalho e nao vou poder ir a aula.
    obrigada !!

    att

    Izabel COrrea

    • chicoteixeira disse:

      Oi Izabel!
      Vou enviar para vc o artigo para apresentação no seminário da próxima segunda-feira (Pseudomonas). Caso não queira apresentar este tema com o Júnior, escolha outro artigo e prepare o seminário de forma individual com algo relacionado às aulas lecionadas até o momento. A apresentação deve ser simples, abordando aspectos do artigo que remetam para os assuntos das aulas (para maior fixação da matéria). Aguardo vc na próxima segunda-feira com o seu seminário pronto para ser apresentado.
      Um grande abraço,

  3. kleber luiz disse:

    professor meu nome e kleber sou se aluno de microbiologia por favor mande alguns artigos para o meu email klpribeiro@oi.com.br, para que eu possa apresenta na segunda feira, estou procurando assuntos informo no blog o assunto que irei apresentar. desde ja muito obrigado.

  4. Leonardo Lima disse:

    Olá professor,
    sou aluno do 2º eixo eu e alguns alunos estamos montando um novo Centro Acadêmico no Curso de farmácia. Estamos criando um espaço na Web de interação entre os estudantes (como o seu blog), mas também queremos a interação com os docentes e servidores da Faculdade. Por enquanto temos um Twitter (http://twitter.com/Leofarmac), onde podemos ajuda-lo a passar informativos aos alunos.

    Se lhe interessar veja o edital do Instituto Evandro Chagas http://www.iec.pa.gov.br/pibic/pibic_editalfapespa2009.htm

    é isso professor, sucesso com o blog e até mais.

    • chicoteixeira disse:

      Oi Leonardo!

      Parabéns pela iniciativa de montar o Centro Acadêmico e pela criação do espaço na web. No que depender de mim vou prestigiar sempre que possível com informações e com a minha participação.
      Com relação ao edital do Evandro Chagas, infelizmente ele é restrito aos pesquisadores daquela instituição, ainda assim obrigado pela iniciativa de me comunicar.

      Um grande abraço,

  5. kezia disse:

    ola professor!!! estou com uma duvida, tem interacao entre vacinas contra tetano, difteria, hepatite e rubeola???
    me ajude por favor

    • chicoteixeira disse:

      Oi Kezia! Tudo bem?

      O que eu encontrei foi o seguinte:

      As vacinas por si só podem causar efeitos adversos quando administradas isoladamente. Há vacinas contituídas por toxóides da difteria e tétano, pela bactéria inativa da coqueluche e pelo principal antígeno de superfície da hepatite B (Tritantrix);

      A vacina anti-rubéola é preparada a partir de vírus vivos atenuados, pode ser aplicada isolada ou em associação com a vacina anticaxumba e anti-sarampo, suas principais contra-indicações são gravidez, uso de imunoglobulinas, transfusão de sangue ou plasma há pelo menos três meses, doenças malignas generalizadas, doença febril, uso de corticosteróides, antineoplásicos e irradiação e os efeitos colaterais mais comuns são febre, adenopatias, exantema, artrite e artralgia transitória (Meruvax e Rudivax);

      Com relação à sua dúvida especificamente, acredito que podem variar as probabilidades de interações entre as vacinas dependendo de fatores ligados ao indivíduo como estado nutricional, imunitário, emocional, etc, além de outros diversos fatores que podem ser importantes como fatores ambientais, utilização de medicamentos concomitantemente, alimentação, etc. Porém, não encontrei até agora nenhuma informação ou estudo que mostre possíveis interações medicamentosas entre as vacinas que você mencionou acima.

      Um grande abraço,

      Francisco.

      Referência: Korolkovas, A. Dicionário Terapêutico Guanabara. 2000. Ed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, Brasil.

  6. Darivaldo disse:

    Professor, estou terminando de montar minha apresentação mas não sei o que significa o termo ” the slime factor”.
    Desde já, obrigado.

    • chicoteixeira disse:

      Oi Darivaldo!

      Segue abaixo a resposta para a sua pergunta…Pesquise mais sobre biofilme…

      Um abraço,

      “Slime factor”, ou biofilme, é uma estrutura formada por uma comunidade de microrganismos encapsulados dentro de uma matriz polimérica formada pelos próprios microrganismos e com propriedades adesivas irreversíveis que permitem a colonização tanto de superfícies bióticas quanto abióticas [1]. A produção deste fator ou biofilme tem uma função crucial na patogênese de muitos microrganismos clinicamente importantes [2]. A formação do biofilme aumenta a resistência da bactéria contra a fagocitose porque os antígenos que são reconhecidos pelo sistema imune podem ser “mascarados” ou escondidos [1, 3].

      Referências:
      1 – Mohamed, J. A., Huang, D. B. Biofilm formation by enterococci. 2007. J. Med. Microbiol. 56:1581-1588.

      2 – Hufnagel, M. Koch, S., Creti, R. Baldassarri, L., Huebner, J. A putative sugar-binding transcriptional regulator in a novel gene lócus in Enterococcus faecalis contributes to production of biofilm and prolonged bacteremia in mice. 2004. J. Infect. Dis. 189:420-430.

      3 – Ciftci, A., Findik, A., Iça, T., Bas, B., Onuk, E. E., Güngördü, S. Slime production and antibiotic resistance of Enterococcus faecalis isolated from arthritis in chickens. 2009. J. Vet. Med. Sci. 71(6):849-853.

  7. Luana Lorena disse:

    Bom dia profº,
    estou com dúvidas em relação aos termos “crosspresentation” (pág. 5) e “crosspriming” (pág. 6) do artigo que apresentarei no seminário – Cancer and Immune Response: old and new evidence for future challenges.
    Me ajude?
    Obrigada!!

    • chicoteixeira disse:

      Oi Luana!

      A resposta para a sua dúvida está no artigo da Nature Immunology, volume 7, número 4, Abril de 2006:

      Cross-priming. Autor Michael J. Bevan;

      Mas eu te explico em sala de aula, antes do seminário.

      Um abraço!

  8. darivaldo Neri disse:

    Professor, faltei as aulas de micro e imuno essa semana que passou pois estava participando de um congresso em outro estado. Vou levar o certificado para que possa ser justificada minha falta. Tudo bem?

  9. Luís Edilson disse:

    Olá professor,
    estou lendo outro artigo da seleção p/ o mestrado, este fala sobre PCR multiplex para detecção de sotipos de Salmonella (tiphi, paratyphi A e paratyphi B). Sobre a técnica até agora são poucas dúvidas, a questão em si, fica sobre as bactérias.
    Mas ainda não acabei de ler o mesmo, quem sabe estas dúvidas não se esclareçam até o fim do artigo.
    Agradeço a ajuda no artigo passado e espero não lhe “atrapalhar” em possíveis dúvidas neste.
    Desde já o meu Obrigado!

    • chicoteixeira disse:

      Oi Luís!

      Elaborei um projeto sobre febre tifóide que está sendo avaliado pelos órgãos de fomento. Você pode me enviar o artigo que está lendo? Qualquer auxílio que precisar continuo a disposição.

      Um abraço!

  10. Karen disse:

    Olá professor,

    O artigo que eu e a Lorena ficamos de apresentar no dia 27, sobre hanseníase é, na verdade, uma entrevista, não um artigo científco propriamente dito. Como o senhor sugere q o apresentemos?

    • chicoteixeira disse:

      Oi Karen!

      Vc pode pinçar as principais informações sobre a doença e informações importantes que dizem respeito à hanseníase e suas características clínicas.

      Um abraço!

  11. darivaldo Neri disse:

    Professor, qual é o e-mail que devo enviar as questões?

  12. Camila Morais disse:

    Oi professor ,enviei para os seus dois emails as questões resolvidas, se não chegar por favor avise aqui através do blog mesmo,desde já agradecida.

  13. Bruno Cesar disse:

    Alo professor! Td bem? Sou seu aluno de Controle de qualidade! Há algum tempo entro no seu blog e não encontro as questões que o sr sugeriu que nós respondêssemos. O Sr poderia colocar passo a passo?

    • chicoteixeira disse:

      Oi Bruno,

      Conforme conversamos, as questões estão no site do EAD da UFPA, no entanto, em breve estarei disponibilizando também neste espaço.

      Abraços,

  14. Danielle dos Santos disse:

    Olá professor, gostaria de parabenizá-lo pela excelente ferramenta, mas ressalto a extrema importância do contato direto professor-aluno.
    Bem, estou no 5º eixo e já passei pela base teórica de Imunologia, entretanto, confesso-lhe que não me identifiquei muito com a matéria (tbm não sei se é um problema apenas meu, pois até onde sei, boa parte da turma não absorveu muita coisa). O fato é: já tentei ler pela segunda vez as apostilas da disciplina e não consigo assimilar o que julgo essencial, então gostaria de uma dica de como estudar Imuno, e, se possível, pedir a você que durante as aulas sempre relembre alguns conceitos básicos.
    Desde já agradeço.

    • chicoteixeira disse:

      Oi Daniele,

      Obrigado pelos elogios ao blog, mas gostaria de perguntar se tenho deixado de ter o contato direto com os alunos em sala de aula? Faço esta pergunta por que o seu comentário me deixou bastante preocupado… será que isto está realmente acontecendo?

      Com relação à sua dificuldade com Imunologia, isto é natural, pois não se pode gostar de tudo, porém acho importante fazer uma reflexão: ontem quando eu fiz perguntas sobre a matéria, muitos alunos pareciam estar ouvindo algo que nunca ouviram falar ou pareciam ouvir um idioma estranho e desconhecido. Então, é importante lembrar aquela conversa que tivemos no início do período. Grande parte do aprendizado depende do interesse do aluno, de buscar as informações e estudar a matéria. Assim, sinceramente, acho que talvez esteja faltando um pouco mais de compromisso com os livros e com a leitura. No entanto, você diz que já leu apostilas (quais apostilas?) duas vezes e não conseguiu assimilar o que é essencial… Complicado pensar no que é essencial. Para mim, isso é bastante relativo e tudo é essencial.

      Porém, você pode pensar em uma historinha com começo, meio e fim. Consiga um bom livro de imunologia básica: Abbas ou Janeway e pense, estudando, nas células e órgãos do sistema imune (lembrar das aulas de histologia, citologia, anatomia… tentar entender os possíveis links), depois pensar (estudar) a resposta imune inata (como os patógenos, através de suas moléculas e características biológicas, dirigem a resposta imune adaptativa) (lembrar das aulas de parasitologia, microbiologia, bioquímica… tentar entender os possíveis links). Este é o início de um dos possíveis caminhos. Cabe a você descobrir a melhor metodologia de estudo para você. Mas aqui no blog tem uma ferramenta interessante (Técnicas de estudo), lá você verá que isso depende de cada um.

      E, por último, mas não menos importante, traga suas dúvidas para a sala de aula (lembra do contato direto), ou então pergunte aqui pelo blog, por e-mail ou pessoalmente (nos horários apropriados para isso). Espero de alguma forma tê-la ajudado.

      Abraços,

      Francisco.

  15. Danielle dos Santos disse:

    Olá professor,
    Antes de tudo muito obrigada pelos conselhos. Quanto ao preocupação se vc esta tendo contato direto com o aluno, não quiz dizer que você não tem, apenas citei porque acho que hoje as pessoas não tendem a se relacionar mais uns com os outros, fica aquele receio de perguntar e o professor achar que o aluno está perguntando bobagem, ou já era obrigação saber tal assunto, enfim…
    Quanto ao que você fala que acha que está faltando compromisso com os livros e com a leitura, entendo que devemos buscar sim, mas as cobranças não são só de Imuno, mas também das outras disciplinas. Outro fator que também contribui é a naturalidade do ser humano de empenhar-se nas coisas pelas quais têm afinidade, no entanto, concordo que isto não deve nos impossibilitar de superar os desafios.
    Respondendo a pergunta das apostilas, tentei ler o Abbas, mas achei de difícil compreensão. Tenho apostila do Roitt sobre Imunidade Inata e Adaptativa (este tem me dado uma compreensão melhor, mas não sei se está no nível que os professores da disciplina querem).
    Gostaria de deixar registrado que tenho interesse em aprender a disciplina e me esforçarei para isso (na medida do possível, é claro).

    Bem, por enquanto é isso.
    Abraço.

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