Livro amigo

Neste mês de setembro gostaria de convidar a todos ao exercício da leitura. Aproveitem a atmosfera favorável deixada pela Feira do Livro, que ocorreu no Hangar, para adentrar neste fabuloso universo que é a leitura, todos nós só temos a ganhar com isso.

O mais importante é perceber que a leitura não deve ser obrigatória ou imposta. Na verdade, trata-se de um momento único de prazer, introspecção e meditação, onde podemos nos aproximar do divino e do inusitado. Com a leitura podemos vivenciar as mais notáveis aventuras, romances, experiências fictícias ou até mesmo adentrar na história, guiados pelos diversos autores, mas também contribuindo com a nossa própria impressão daquilo que estamos lendo, ou seja, ao lermos sobre o passado podemos recriá-lo através da nossa visão pessoal, que invariavelmente é única.

Como brinde, aumentamos a nossa capacidade de compreensão crítica da realidade atual e, ao mesmo tempo, formamos um vocabulário mais amplo, sempre muito útil para aqueles que necessitam comunicar idéias ou como dizem corriqueiramente “aqueles que necessitam vender o seu peixe”, enfim, todos nós.

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Evandro Chagas

Evandro (à esquerda), junto com seu pai, Carlos Chagas, e seu irmão, Carlos Chagas Filho.

Evandro Serafim Lobo Chagas (Rio de Janeiro, 10 de agosto de 1905Rio de Janeiro, 8 de novembro de 1940) foi um médico e cientista brasileiro, filho primogênito do cientista Carlos Chagas com Íris Lobo. Em 1926 diploma-se pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro e feito residência no Hospital São Francisco de Assis e no Hospital Oswaldo Cruz. Cursou paralelamente a faculdade o curso de especialização em microbiologia no Instituto Oswaldo Cruz. Em 1930 assumiu a docência de Clínica de Doenças Tropicais e Infecciosas na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, cuja cadeira era ministrada por seu pai, Carlos Chagas. Para o preenchimento da vaga, defendeu como tese a forma cardíaca da tripanossomíase americana. Sendo um dos pioneiros no uso da eletrocardiografia, trouxe contribuições significativas sobre a doença de Chagas. Realizou estudos sobre febre amarela, malária, ancilostomose e, principalmente, sobre a leishmaniose, descobrindo os primeiros casos humanos dessa doença e realizando investigações clínicas e epidemiológicas em diversos estados do Brasil e também na Argentina. Em 1931 ocupou o cargo da Seção de Patologia Humana do Instituto Oswaldo Cruz e, em 1935, representou a instituição na IX Reunião da Sociedade Argentina de Patologia Regional do Norte, realizada na cidade de Mendoza em homenagem à memória de Carlos Chagas, recém-falecido. Ao retornar da Argentina, organizou o Serviço de Estudo das Grandes Endemias, para coordenar um plano de investigação médico-sanitária em diversos estados brasileiros, promove importantes pesquisas, especialmente sobre a malária, a leishmaniose e a doença de Chagas. Também criou, em 1936, o Instituto de Patologia Experimental do Norte, instalado em Belém do Pará, funcionando como filial do Instituto Oswaldo Cruz, e que mais tarde levaria seu nome, Instituto Evandro Chagas. Faleceu vítima de acidente aéreo, em 8 de novembro de 1940, aos trinta e cinco anos, na cidade do Rio de Janeiro.

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Novo Semestre

Com as baterias recarregadas e com muita motivação, é assim que recomeço as atividades neste segundo semestre de 2010. Que possamos interagir muito mais neste novo período, trocando informações e conhecimentos e tornando nossos cotidianos cada vez mais prazerosos e plenos em atividades enriquecedoras. O que desejo para todos é muita paz, harmonia, felicidade e sucesso.

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Que comecem os jogos!!! Muito “Ubuntu”

Estou maravilhado desde que ouvi esta palavra ontem na belíssima reportagem de Renato Ribeiro e Edu Bernardes do jornal Nacional:

http://g1.globo.com/jornal-nacional/

Vale a pena ver em (Vídeos da edição de 10/06/2010). “Ubuntu”, e a copa na África pra mim já está dando ótimos resultados. Apesar de saber que Nelson Mandela havia sido premiado com o Nobel da Paz, desconhecia que seu compatriota o Arcebispo Desmond Tutu também fora agraciado, e quanto ao conceito trazido por esta palavra de origem Bantu cheia de “Us”, aí realmente fiquei impressionado com a sensibilidade e a capacidade do povo africano, tão castigado, humilhado e excluído, em criar uma palavra que assim como a nossa saudade, não tem tradução que expresse o valor de seu significado em termos de representatividade de sentimentos e emoções…simplesmente “What A Wonderful World”… a la Louis Armstrong.

Ubuntu é uma ética ou ideologia de África (de toda a África, em particular a palavra é de origem Bantu. É uma filosofia Africana que existe em vários países de África) que foca nas alianças e relacionamento das pessoas umas com as outras. A palavra vem das línguas dos povos Banto; na África do Sul nas línguas Zulu e Xhosa. Ubuntu é tido como um conceito tradicional africano.

Uma tentativa de tradução para a Língua Portuguesa poderia ser “humanidade para com os outros”. Uma outra tradução poderia ser “a crença no compartilhamento que conecta toda a humanidade”. [1]

Uma tentativa de definição mais longa foi feita pelo Arcebispo Desmond Tutu:

Uma pessoa com ubuntu está aberta e disponível aos outros, não-preocupada em julgar os outros como bons ou maus, e tem consciência de que faz parte de algo maior e que é tão diminuída quanto seus semelhantes que são diminuídos ou humilhados, torturados ou oprimidos.[1]

Princípios fundamentais da nova república da África do Sul

Ubuntu é visto como um dos princípios fundamentais da nova república da África do Sul (no Zimbabue por exemplo, Ubuntu tem sido usado como forma de resistência à opressão existente no país), e está intimamente ligado à idéia de uma Renascença Africana. Na esfera política, o conceito do Ubuntu é utilizado para enfatizar a necessidade da união e do consenso nas tomadas de decisão, bem como na ética humanitária envolvida nessas decisões.

Louw (1998) sugere que o conceito do Ubuntu define um indivíduo em termos de seus relacionamentos com os outros, e enfatiza a importância como um conceito religioso, assentando na máxima Zulu umuntu ngumuntu ngabantu (uma pessoa é uma pessoa através de outras pessoas) que aparentemente parece não ter conotação religiosa na sociedade ocidental. No contexto africano, isso sugere que o indivíduo se caracteriza pela humanidade com seus semelhantes e através da veneração aos seus ancestrais. Assim, aqueles que compartilham do princípio do Ubuntu no decorrer de suas vidas continuarão em união com os vivos após a sua morte.

Referências

  1. http://www.jornalprimeirahora.com.br/espacoafrobuzios/colunas.asp?idn=6337

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ubuntu_(ideologia)

 

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Dia Internacional das Crianças Vítimas Inocentes de Agressão

Infelizmente ainda temos um dia para nos lembrarmos das crianças vítimas de agressão (inocentes ou não, afinal, o que isso importa?). Talvez o mais espantoso neste dia seja a constatação do nosso descaso e acomodação frente a este problema, noticiado diariamente nos nossos jornais. Se você para em um sinal de trânsito e não se sensibiliza mais, ou quem sabe jamais tenha se sensibilizado, com as crianças e adolescentes pedindo ajuda ou vendendo algo, está na hora de rever sua postura e refazer uma leitura sobre seus valores. Se não fizermos isto por um mecanismo de filantropia e humanidade, é necessário que façamos por segurança e prevenção, pois a marginalização que ajudamos a manter nestas crianças com esta atitude, auxilia também na geração de futuros assaltantes, sequestradores e agressores da nossa paz familiar.

Aproveito para lembrar um dos mais tristes episódios relacionados ao assunto neste artigo postado por Aislin Ganesha no blog “jornale.com.br”:

Os Anjos que não conseguiram 

23/07/2009

Em 23 de julho de 1993, nas imediações da Igreja da Candelária, um grupo de homens encapuzados abriu fogo contra mais de 50 crianças, adolescentes e jovens. Esse episódio ocorreu em um dos pontos mais conhecidos do Rio de Janeiro e causou protestos nacionais e internacionais. Policiais abordaram 03 meninos vinculados ao grupo da Candelária, pois desejavam colher informações sobre o líder do grupo, o qual, alguns dias antes, resistira à prisão e, juntamente com outros jovens, apedrejara um carro policial. Os três meninos foram levados para o Aterro do Flamengo, onde os policiais dispararam contra eles; porém, um dos meninos não morreu porque, apesar de muito ferido, se fingiu de morto. Após deixarem os meninos naquela localidade, os policiais se dirigiram à Praça da Candelária e disparam tiros em vários adolescentes e jovens que ali se encontravam, inclusive no líder do grupo. A análise dos revólveres e das balas indica que o grupo que atuou primeiro no aterro do Flamengo foi o mesmo que atuou na Candelária. Havia indícios, ainda, de que os policiais estivessem vinculados a um esquadrão da morte e também ligados a comerciantes próximos à Candelária que não desejavam a presença dos meninos de rua naquelas proximidades.
Em conseqüência, as autoridades realizaram rapidamente as investigações das mortes: três policiais militares e um civil foram acusados pelos assassinatos, logo após a chacina. Tais acusações foram baseadas principalmente no depoimento de sobreviventes do massacre. A Anistia Internacional e outras organizações não-governamentais apelaram às autoridades estaduais e federais para proteger as crianças, que testemunharam esse crime hediondo. Muitos desses meninos permaneceram na rua, onde foram repetidas vezes, ameaçados por membros da Polícia Militar. Somente uma das testemunhas, Wagner dos Santos, obteve proteção federal, após ter sofrido novo atentado contra sua vida em dezembro de 1994. Em outubro de 1995, foram identificados por um sobrevivente, através de fotografias, quatro outros policiais militares, suspeitos de envolvimento no massacre. Em abril de 1996, foram emitidos os mandados de prisão para estes quatro policiais. Três foram levados sob custódia e um quarto, o policial Nelson Oliveira dos Santos Cunha, apresentou-se à justiça, confessando sua participação na Chacina. Alguns dos processos dos policiais militares julgados constam do Relatório da Anistia Internacional de 2003. Os julgamentos da Chacina da Candelária resultaram em raras condenações de policiais militares acusados de violações de direitos humano. Na ocasião, a Chacina obteve grande repercussão nacional e internacional, através dos meios de comunicação, embora quase nada tenha mudado para as centenas de crianças, adolescentes e jovens que vivem nas ruas do Rio de Janeiro. 

 

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Parabéns Juiz de Fora

Juiz de Fora é um município brasileiro do estado de Minas Gerais, situado na Zona da Mata Mineira, sendo o quarto maior município do estado, em população, superado apenas por Belo Horizonte, Uberlândia e Contagem, com uma população estimada pelo IBGE para 2009 de 526.706 habitantes.[2] É a 36ª maior cidade do Brasil (segundo o IBGE).

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Florence Nightingale

Florence Nightingale (12 de Maio 1820, Florença, então Grão-ducado da Toscana13 de Agosto 1910, Londres) foi uma enfermeira britânica que ficou famosa por ser pioneira no tratamento a feridos de guerra, durante a Guerra da Criméia. Ficou conhecida na história pelo apelido de “A dama da lâmpada“, pelo fato de servir-se deste instrumento para auxiliar na iluminação ao auxiliar os feridos durante a noite. Também contribuiu no campo da Estatística, sendo pioneira na utilização de métodos de representação visual de informações, como por exemplo gráfico setorial (habitualmente conhecido como gráfico do tipo “pizza”) criado inicialmente por William Playfair.

Sua família, rica e bem-relacionada, vivia em Florença, no Grão-ducado da Toscana. Por isso, Florence recebeu o nome em inglês da cidade em que nasceu, como sua irmã mais velha Parthenope nascida em Partênope (Nápoles). Moça brilhante e impetuosa, rebelou-se contra o papel convencional para as mulheres de seu estatuto, que seria tornar-se esposa submissa, e decidiu dedicar-se à caridade, encontrando seu caminho na enfermagem.

Tradicionalmente, o papel de enfermeira era exercido por mulheres ajudantes em hospitais ou acompanhando exércitos, muitas cozinheiras e prostitutas acabavam tornando-se enfermeiras, sendo que estas últimas eram obrigadas como castigo.

Florence Nightingale ficou particularmente preocupada com as condições de tratamento médico dos mais pobres e indigentes. Ela anunciou sua decisão para a família em 1845, provocando raiva e rompimento, principalmente com sua mãe.

Em dezembro de 1844, em resposta à morte de um mendigo numa enfermaria em Londres, que acabou evoluindo para escândalo público, ela se tornou a principal defensora de melhorias no tratamento médico. Imediatamente, ela obteve o apoio de Charles Villiers, presidente do Poor Law Board (Comitê de Lei para os Pobres). Isto a levou a ter papel ativo na reforma das Leis dos Pobres, estendendo o papel do Estado para muito além do fornecimento de tratamento médico.

Em 1846, Florence visitou Kaiserwerth, um hospital pioneiro fundado e dirigido por uma ordem de freiras católicas na Alemanha, ficando impressionada pela qualidade do tratamento médico e pelo comprometimento e prática das religiosas.

A contribuição mais famosa de Florence foi durante a Guerra da Crimeia, que se tornou seu principal foco quando relatos de guerra começaram a chegar à Inglaterra contando sobre as condições horríveis para os feridos. Em outubro de 1854, Florence e uma equipe de 38 enfermeiras voluntárias treinadas por ela, inclusive sua tia Mai Smith, partem para os Campos de Scutari localizados na Turquia Otomana.

Florence Nightingale voltou para a Inglaterra como heroína em Agosto de 1857 e, de acordo com a BBC, era provavelmente a pessoa mais famosa da Era Vitoriana além da própria Rainha Vitória.[1]

Contudo, o destino lhe reservou um grande golpe quando contraiu febre tifoide e permaneceu com sérias restrições físicas, retornando em 1856 da Crimeia.

Impossibilitada de fazer seus trabalhos físicos, dedica-se então à formação da escola de enfermagem em 1859 na Inglaterra, onde já era reconhecida no seu valor profissional e técnico, recebendo prêmio concedido através do governo inglês. Fundou a Escola de Enfermagem no Hospital Saint Thomas, com curso de um ano, era ministrado por médicos com aulas teóricas e práticas.

Em 1883, a Rainha Vitória concedeu-lhe a Cruz Vermelha Real e em 1907 ela se tornou a primeira mulher a receber a Ordem do Mérito.

Florence Nightingale faleceu em 13 de agosto de 1910, deixando legado de persistência, capacidade, compaixão e dedicação ao próximo, estabeleceu as diretrizes e caminhos para a enfermagem moderna.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Florence_Nightingale

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Hume e Tchaikovsky

David Hume (Edimburgo, 7 de Maio de 1711Edimburgo, 25 de Agosto de 1776) foi um filósofo e historiador escocês.

Ao lado de Adam Smith e Thomas Reid, é uma das figuras mais importantes do chamado iluminismo escocês, sendo frequentemente considerado como um dos maiores escritores e filósofos de língua inglesa.[1] Segundo Bertrand Russell, Hume foi o maior dos filósofos britânicos.

Fundador do empirismo moderno (com Locke e Berkeley) e, por seu ceticismo, o mais radical entre os empiristas, Hume opôs-se particularmente a Descartes e às filosofias que consideravam o espírito humano desde um ponto de vista teológico – metafísico. Assim Hume abriu caminho à aplicação do método experimental aos fenômenos mentais.[2] Sua importância no desenvolvimento do pensamento contemporâneo é considerável. Teve profunda influência sobre Kant, sobre a filosofia analítica do início do século XX e sobre a fenomenologia.

O estudo da sua obra tem oscilado entre aqueles que colocam ênfase no lado cepticista (tais como Reid, Greene, e os positivistas lógicos) e aqueles que enfatizam o lado naturalista (como Kemp Smith, Stroud, e Galen Strawson). Por muito tempo apenas se destacou em seu pensamento o ceticismo destrutivo. Somente no fim do século XX os comentadores se empenharam em mostrar o caráter positivo e construtivo do seu projeto filosófico.[3]

Hume foi um leitor voraz. Entre suas fontes, incluem-se tanto a Filosofia antiga como o pensamento científico de sua época, ilustrado pela física e pela filosofia empirista. Fortemente influenciado por Locke e Berkeley mas também por vários filósofos franceses, como Pierre Bayle e Nicolas Malebranche, e diversas figuras dos círculos intelectuais ingleses, como Samuel Clarke, Francis Hutcheson (seu professor) e Joseph Butler (a quem ele enviou seu primeiro trabalho para apreciação), [4] é entretanto a Newton que Hume deve seu método de análise, conforme assinalado no subtítulo do Tratado da Natureza Humana – Uma Tentativa de Introduzir o Método Experimental de Raciocínio nos Assuntos Morais.

Seguindo atentamente os acontecimentos nas colónias americanas, tomou partido pela independência americana. Em 1775, ele disse a Benjamin Franklin: “eu sou um americano nos meus princípios”.

Piotr Ilitch Tchaikovsky (em russo: Loudspeaker.svg? Пётр Ильи́ч Чайко́вский, por vezes, transliterado Pyotr Ilyich Tchaikowsky); Kamsko-Wotkinski Sawod, actual Tchaikovsky, 7 de maio de 1840São Petersburgo, 6 de novembro de 1893) foi um compositor romântico russo.

Embora não faça parte do chamado Grupo dos Cinco (Mussorgsky, César Cui, Rimsky-Korsakov, Balakirev e Borodin) de compositores nacionalistas daquele país, sua música se tornou conhecida e admirada por seu carácter distintamente russo, bem como por suas ricas harmonias e vivas melodias. Suas obras, no entanto, foram muito mais ocidentalizadas do que aquelas de seus compatriotas, uma vez que ele utilizava elementos internacionais ao lado de melodias populares nacionalistas russas. Tchaikovsky, assim como Mozart, é um dos poucos compositores aclamados que se sentia igualmente confortável escrevendo óperas, sinfonias, concertos e obras para piano.

Balés

Tchaikovsky talvez seja mais conhecidos por seus bailados, no entanto foi apenas no fim de sua carreira, com seus dois últimos balés, que seus contemporâneos passaram a apreciar suas qualidades como autor desse gênero.

  • (18751876): O Lago dos Cisnes, Op. 20. O primeiro balé de Tchaikovsky foi encenado pela primeira vez (com algumas omissões) no Teatro Bolshoi em Moscou em 1877.
  • (18881889): A Bela Adormecida, Op. 66. Considerado um dos melhores trabalhos de Tchaikovsky. Encenado pela primeira vez em 1890 no Teatro Mariinsky em São Petersburgo.
  • (18911892): O Quebra Nozes, Op. 71. Tchaikovsky não ficou muito satisfeito com esta obra, seu último balé.

Óperas

Tchaikovsky escreveu dez óperas, entre elas:

Sinfonias

As sinfonias mais antigas de Tchaikovsky são normalmente trabalhos alegres de caráter nacionalista, enquanto as últimas tratam do destino, perturbação e, em especial a Patética, desespero. As três últimas de suas sinfonias numeradas (quarta, quinta e sexta) são consideradas obras-primas e são freqüentemente executadas. Existe ainda uma “Sétima Sinfonia” que é uma compilação de temas musicais descartados pelo compositor e reunidos após a sua morte pelo compositor soviético Semyon Bogatyrev e lançada como “Sinfonia Nº 7 em Mi Bemol Maior”.

Tchaikovsky também escreveu quatro suítes para orquestra entre a Quarta e a Quinta Sinfonias. Ele pretendia chamar uma ou mais delas de “sinfonias”, mas foi convencido a mudar os títulos.

Concertos

  • (18741875): Dos seus três concertos para piano, é o No.1 em Si Bemol Menor, Op. 23, que é o mais conhecido e admirado. Ele foi inicialmente rejeitado pelo pianista Nikolai Grigorievitch Rubinstein, como mal-escrito e impossível de ser tocado, e depois estreado por Hans von Bülow (que ficou encantado em tocar uma peça dessa qualidade) em Boston, 1875. Van Cliburn, um norte-americano, conquistou a primeira Competição Internacional Tchaikovsky com esta obra deixando os cidadãos russos atordoados, pois esse prêmio havia sido criado para celebrar a Rússia e os russos.’
  • (1878): Seu Concerto para Violino em Ré Maior, Op. 35, foi composto em menos de um mês, entre maio e abril de 1878, mas sua primeira execução ocorreu apenas em 1881 porque Leopold Auer, o violinista para quem Tchaikovsky pretendia dedicar a obra, se recusou a tocá-la. Este concerto é considerado um dos melhores já feitos para o instrumento e é muitas vezes executado hoje em dia.
  • (1889): O chamado “Terceiro Concerto para Piano em mi bemol maior“, Op. 75, tem uma história curiosa. Ele foi iniciado após a Quinta, e deveria ser a próxima sinfonia, ou seja, a Sexta. No entanto Tchaikovsky abandonou essa obra e concentrou seus esforços naquela que hoje nós conhecemos como a Sexta Sinfonia, um trabalho totalmente diferente (a Patética). Após a morte de Tchaikovsky o compositor Sergei Taneyev trabalhou a sinfonia abandonada, adicionou uma parte em piano, e a lançou como o “Terceiro Concerto para Piano de Tchaikovsky”.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/7_de_maio

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Freud e Malba Tahan

Sigmund Schlomo Freud (Příbor, 6 de maio de 1856Londres, 23 de setembro de 1939) foi um médico neurologista judeu-austríaco, fundador da psicanálise. Nasceu em Freiberg, Morávia (hoje Příbor), quando esta pertencia ao Império Austríaco.

Interessou-se inicialmente pela histeria e, tendo como método a hipnose, estudou pessoas que apresentavam esse quadro. Mais tarde, com interesses pelo inconsciente e pulsões, entre outros, foi influenciado por Charcot e Leibniz, abandonando a hipnose em favor da associação livre e da interpretação dos sonhos. Estes elementos tornaram-se as bases da psicanálise. Freud, além de ter sido um grande cientista e escritor (Prémio Goethe, 1930), possui o título, assim como Darwin e Copérnico, de ter realizado uma revolução no âmbito humano: a idéia de que somos movidos pelo inconsciente.

Freud, suas teorias e seu tratamento com seus pacientes foram controversos na Viena do século XIX, e continuam a ser muito debatidos hoje. Suas idéias são freqüentemente discutidas e analisadas como obras de literatura e cultura geral em adição ao contínuo debate ao redor delas no uso como tratamento científico e médico.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Sigmund_Freud

Júlio César de Melo e Sousa[1] (Rio de Janeiro, 6 de maio de 1895 — Recife, 18 de junho de 1974), mais conhecido pelo heterônimo de Malba Tahan (Ali Iezid Izz-Edim Ibn Salim Hank Malba Tahan), foi um escritor e matemático brasileiro. Através de seus romances foi um dos maiores divulgadores da matemática no Brasil.

Ele é famoso no Brasil e no exterior por seus livros de recreação matemática e fábulas e lendas passadas no Oriente, muitas delas publicadas sob o heterônimo/pseudônimo de Malba Tahan. Seu livro mais conhecido, O Homem que Calculava, é uma coleção de problemas e curiosidades matemáticas apresentada sob a forma de narrativa das aventuras de um calculista persa à maneira dos contos de Mil e Uma Noites. Monteiro Lobato classificou-a como: “… obra que ficará a salvo das vassouradas do Tempo como a melhor expressão do binômio ‘ciência-imaginação.’”[2] Júlio César, como professor de matemática, destacou-se por ser um acerbo crítico das estruturas ultrapassadas de ensino. “O professor de Matemática em geral é um sádico. — Denunciava ele. — Ele sente prazer em complicar tudo.”[3] Com concepções muito a frente de seu tempo, somente nos dias de hoje Júlio César começa a ter o reconhecimento de sua importância como educador. Em 2004 foi fundado em Queluz — terra onde o escritor passou sua infância—o Instituto Malba Tahan, com o objetivo de fomentar, resgatar e preservar a memória e o legado de Júlio César.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Malba_Tahan

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Dia Nacional de Luta dos Estudantes de Farmácia pela saúde.

A inserção efetiva do profissional das Ciências Farmacêuticas nas equipes de Saúde é o tema de reflexão para hoje. Uma política de Saúde bem sucedida deve atentar para a importância do trabalho multiprofissional com as diversas abordagens do ponto de vista médico, social, clínico, nutricional, informativo e agregativo.

 Devemos atentar para a permanente busca de uma melhor qualidade de Atenção à Saúde da População, sendo esta condizente com a Assistência Farmacêutica pautada nas habilidades e atribuições do profissional preocupado com os aspectos inerentes e relacionados ao paciente, seu ambiente e todos os fatores que possam interferir no seu estado Saúde-Doença.  

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